BREVE REFLEXÃO SOBRE A TRAGÉDIA SOFOCLEANA REI ÉDIPO

A tragédia Rei Édipo, de Sófocles, é freqüentemente abordada como porta-voz de um mito fundamental, nela cifrado: como hospedeira de um sentido que a precederia. Para quem a vê assim, ela se constitui numa forma cerrada: tem de ser aberta por um conhecimento que a ultrapasse, que remova as capas do tecido brilhante, em busca dos sinais de um jorro anterior, do mundo primitivo donde lhe viria o significado. Segundo se imagina, rasgada sua pele, vencido seu limite, toca-se o segredo da fábula trágica… e daí pode-se volver ao texto em segurança — para triunfar da esfinge remota, já dominada. É uma certeza que muitos compartem…

Mas assemelha-se à ilusão de Édipo.

Uma coisa é certa: o modo como hoje, ao ver de muitos intérpretes, a mais famosa tragédia de Sófocles “contém” o mito de Édipo não era sequer imaginável para o seu primeiro público.

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