PATRIMÔNIO CULTURAL E DISCRIMINAÇÃO

Sobre o Ilê Axé Iyá Nassô Oká, o Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, Salvador/Bahia

O Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho é um dos mais antigos e respeitados santuários da religião dos Orixás. Deu origem a centenas de outros terreiros, por todo o país. Dele descendem, por exemplo, os famosos templos do Gantois e do Axé Opô Afonjá, cada um deles fonte de inúmeros outros. Por isso o poeta Francisco Alvim, evocando Edson Carneiro, chamou essa venerável matriz de “Mãe de Todas as Casas”. Implantado a princípio na Barroquinha, em pleno Centro Histórico de Salvador, o famoso Ilê Axé (santuário, em iorubá) tomou o nome de sua fundadora, a princesa Iyá Nassô; tem, por isso, o hieronímico Ilê Axé Iyá Nassô Oká. Foi o primeiro templo religioso não católico a ser tombado como patrimônio histórico do Brasil (Processo número 1.067-T-82, Inscrição número 93, Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, fls. 43, e Inscrição número 504, Livro Histórico, fls. 92. Data: 14. VIII. 1986). Este tombamento foi decidido em maio de 1984, em reunião do Conselho do IPHAN, e foi homologado em 27 de junho de 1986 pelo então Ministro da Cultura, Celso Monteiro Furtado, nos termos da Lei de número 6292, de 15 de dezembro de 1975, e para os efeitos do Decreto-Lei número 25, de 30 de novembro de 1937.

Leia/baixe aqui o documento na íntegra.

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